Um formato fixo para resenhar artigos científicos sobre a atividade policial — de modo que a pesquisa acadêmica chegue a quem está na ponta sem perder o rigor.
A resenha abaixo é um modelo de formato. Nenhum artigo, autor ou periódico real foi citado — todos os campos estão preenchidos com texto de exemplo para ser substituído.
Toda resenha publicada aqui segue os mesmos quatro campos. A repetição é proposital: ela treina o olhar e torna as leituras comparáveis entre si.
SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Nome do periódico, v. 00, n. 0, p. 00-00, ano. Substituir pela referência real.
Em dois ou três parágrafos: o que o artigo investiga, com que método, sobre que base empírica e a que conclusões chega. Substituir por texto real.
Os dois ou três achados que realmente mudam a forma de olhar o problema — não o resumo inteiro, só o que fica. Substituir por texto real.
A pergunta que o artigo devolve a quem está na ponta: o que isso muda na próxima ocorrência, na próxima decisão de comando? Substituir por texto real.
Porque a comparação só é possível quando a forma se repete. Lendo dez resenhas no mesmo formato, fica visível o que muda de um estudo para outro — e o que se repete o bastante para virar conhecimento consolidado.
Não. O campo Referência existe justamente para que a fonte original continue ao alcance. A resenha é uma porta de entrada, não um atalho que dispensa o texto.
Pesquisa sobre a atividade policial como objeto de estudo: legitimidade, uso da força, organização, cultura institucional, relação com a comunidade. Não entram manuais de procedimento nem material tático-operacional.
Cada resenha parte de uma leitura da Biblioteca e alimenta os ensaios publicados em Textos. As três frentes foram pensadas para serem percorridas juntas.
